WAGNER RIBEIRO | A Quem Serve o Assessor de Comunicação da Prefeitura de Mari?
Carlos Alcides, em sua participação de ontem terça-feira (25), no programa “Liberdade de Expressão” da Rádio Araçá FM, parecia completamente transtornado. Durante sua fala, utilizou palavras para me atacar pessoalmente, como ex-assessor de comunicação da Prefeitura de Mari – função que ocupei por 13 anos, sendo 10 no governo Marcos Martins e 3 no de Antônio Gomes.
Naquela época, tínhamos uma emissora local totalmente contrária aos dois governos, e eu nunca tive acesso livre aos estúdios para enaltecer as gestões como "espetaculares" ou "extraordinárias", termos que você, Carlos Alcides, usa com frequência para descrever a atual administração. Adjetivos que, aliás, nem mesmo secretarias de comunicação de grandes cidades costumam empregar.
Além de demonstrar desconhecimento sobre as leis administrativas – algo que deveria ser o mínimo para alguém que fala em nome de um governo –, você trata o ex-prefeito Antônio Gomes como uma divindade, como se a história de Mari tivesse começado a partir da gestão dele.
Aliás, você insinuou que eu desejava o seu cargo. Não, meu caro, fique tranquilo. Tal oferta me foi feita por Antônio Gomes para substituí-lo, e eu recusei, pois a condição imposta era atacar Marcos Martins diariamente. Essa reunião aconteceu em um almoço no restaurante do Belo. Na ocasião, eu disse que meu tempo já havia passado e que não aceitaria. O próprio AG até fez piada do seu português. Claro, ele negaria isso, mas havia vários "baba-ovos" no referido almoço.
Não se iluda, Carlos Alcides. Antônio Gomes é um ser humano vil, abjeto, capaz de atos desprezíveis, como mandar colocar uma bomba na porta da casa de um adversário – algo que poderia ter causado a morte da esposa de um atual secretário municipal.
Então, Carlos, isto não é um conselho, mas uma observação: você é um funcionário do povo, pago com o dinheiro público. Sua função é fazer a comunicação da prefeita Lúcia de Fátima, e não prestar culto a Antônio Gomes.
E ao final deste texto, lhe pergunto: para quem vai a vela?
No mais, meus sinceros cumprimentos, nobre colega.
Coluna | Wagner Ribeiro
26/02/2025 12h35