À beira do colapso: mais que crise política, a cidade de Mari vive uma crise moral
Já virou um triste mas correto senso comum dizer que a cidade de Mari atravessa precisamente nos últimos 4 anos uma crise política; essa crise, como facilmente se percebe, é também moral, no sentido de que a própria atividade política desempenhada por Antônio Gomes e seu 'grupo' encontra-se profundamente desmoralizada.
Antônio Gomes, o 'Barão de Mari', como bem definiu o precisoso Editorial do ExpressoPB, jogou o futuro dos marienses para um mar de incertezas.
Quem será o prefeito(a)?
O cidadão mariense não sabe quem será o prefeito ou prefeita de fato! Por que ? Corre o risco da prefeita eleita Lucinha da Saúde ser cassada nos primeiros meses de 2025. Está muito acelerado na Justiça Eleitoral a AIJE que apura abuso de poder econômico nas eleições de 2024. Se provados os crimes, foram praticados por Antônio Gomes, Lucinha da Saúde e Sapinho.
Grupo do "Barão de Mari"
Mesmo aparentando tranquilidade, o clima não está nada bem entre o grupo de Antônio Gomes e da prefeita Lucinha da Saúde. Por que ? A briga interna pelo poder. A caneta. O ego do 'Barão' está ferido com a rápida autonomia que tomou sua sucessora. Os sorrisos de ambos são amarelados!
Farra nas licitações
Hospital municipal sem servir refeições, mesmo pagando bagatelas pelo fornecimento de alimentos, direcionados à unidade de saúde. Quase R$ 300 mil reais pagos a um único restaurante da cidade por fornecimento de almoço. Licitação para adquirir mais de R$ 21 mil em quentinhas, faltando 36 dias para terminar o mandato. Mais de R$ 4 milhões em livros. Quase R$ 1 milhão em peças de carros. Mais R$ 140 mil por uma única pintura, sendo que, o próprio imóvel não vale o valor pago pela pintura, de acordo com mercado.
E o gás de cozinha? No ano de 2023 comprou menos de R$ 50 mil para Prefeitura. Porém, em 2024 foram comprados mais R$ 250 mil, justamente em ano eleitoral. No mesmo ano eleitoral também foram adquiridos 12 mil unidades de cestas básicas, entregues um mês antes das eleições num prédio público.
Uma longa farra!
Eleição
Segundo Editorial do ExpressoPB, quando a campanha começou na cidade o ‘Barão de Mari ’ deu ordem para não se cumprir nenhuma regra, desde a assinatura de um TAC junto à Justiça Eleitoral até o desrespeito aos templos religiosos: “ninguém respeita ninguém”. Essa foi a sua ordem suprema.
O 'Barão de Mari' não respeitou as instituições oficiais, as famílias, os sentimentos e a dignidade dos marienses contrários aos seus pensamentos. Segundo retratou bem, o Editorial de ExpressoPB, a ordem era acabar com tudo e com todos, comprar tudo e todos que tivessem preço, para ganhar as eleições.
Mesmo após ter conseguido eleger Lucinha, o 'Barão' cheio de ódio no peito, disse numa rádio de Guarabira 'quem votou em Marcos Martins jogou o voto no lixo', desrespeitando mais de 7 mil eleitores do município. Desrespeitando à democracia e a dignidade das pessoas.
Interferência na Câmara
O seu filho José (Alisson Gomes), que omitiu patrimônio à Justiça Eleitoral, tendo declarado publicamente ter mais de R$ 9 mil reais, 'quer porque quer' à presidência da Câmara. José recentemente foi rejeitado por uma enquete popular do Mari 2.0, perdendo para um candidato sem nome e sem rosto. José também é muito rejeitado pelos futuros vereadores. Só sentará na presidência, se o pai autoritário agir - Deus sabe lá como.
Por falar em Câmara Municipal, cadê o presidente Betinho Baltazar? Que no apagar das luzes abriu uma licitação no valor R$ 53 mil para realizar um concurso de apenas 7 vagas, sem nenhuma explicação plausível. Sumiu!
Conclusão
O estado de anomia em que o município de Mari segue encalacrado talvez seja o mais preocupante da sua história Emancipada.
Antônio Gomes da Silva: renuncie à Mari para salvar o povo!
Mari 2.0